amor

eu entendo, ela disse. entendo, repetiu. tá, como você quiser. sem pegar no pé, você é livre. amanhã eu supero, é só um tempo pra eu te esquecer. claro, claro, você tem toda razão, exagerei mesmo, pirei. mas me perdoa, pelo menos. será que não tenho direito de errar? de uma segunda chance? você já se esqueceu da gente?, ah, desculpe, não, não, não vou mais insistir, pode ficar tranqüilo, não vou te ligar mais não, também tenho orgulho, devo ter algum valor, apesar de tudo, nem que seja só pra mim. você já ficou com outra? não vai responder não, é, seu sacana? é, eu sei, eu sei, desculpe. não desliga não, vai. tá. então tchau. até nunca mais. (...) alô? vai dizer que já me esqueceu?

-- publicado em Domingo, Outubro 24, 2004, às 9:31:06 PM

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De mim. Setenta e poucos de lugar nenhum. De pai, mãe e demônios, irmãos.

Whisner Fraga é contista.

De mim o quê? Augúrio em meu nome, whisky. Tantos joãos e marias, romãs e romarias, bares e putarias.

Whisner Fraga e' mineiro de Ituiutaba.

De mim falem os outros.

Whisner Fraga e' engenheiro e estudante de Letras.



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