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dos sites de filmes.
autor: Tatiana Leão
Não sou das pessoas mais organizadas do mundo, isso é um fato que não posso negar. O curioso é que, se me falta essa característica, me sobra outra, que entra em aparente contradição com esse fato: sou irritantemente metódica. Isso significa que, quando resolvo organizar algo, não canso enquanto não desenvolvo um método para fazê-lo. Em questões virtuais isso se amplia, e não me faltam inscrições em sites de todo tipo para prová-lo.
Não foge à essa regra minha obsessão em organizar listas de todos os tipos. Assim, quando conheci o Flixster, imaginei que meus problemas em listas filmes que havia assistido e que desejava assistir de maneira classificada e acessível teria acabado.

O Flixster tem mesmo vários recursos interessantes. Para mim, o principal deles é a possibilidade de avaliar os filmes pelo conhecido método das cinco estrelas. Isso facilita bastante a busca, entre os filmes que já assisti, daqueles que mais gostei, mesmo que não tenham entrado nas listas de favoritos – outro recurso bacana que o site oferece, a criação de listas com critérios definidos pelo usuário. Afinal, por melhor que um filme seja, nem sempre ele vai se encaixar no meu critério pessoal de favorito. Talvez essa afirmação não faça sentido para muita gente, mas faz para a moça aqui, então o recurso cai como uma luva.
Além disso, as páginas com o perfil de cada filme oferecem uma quantidade interessante de informações, que vão desde os dados da produção – como ano, elenco, resumo, etc – a links para os perfis dos atores e diretores, exibição de quais amigos já assistiram ou adicionaram o filme a seus favoritos e o que considero mais útil: filmes similares. Resumindo: ao procurar por um filme no Flixster, não só é possível acessar um monte de informações sobre ele como também encontrar recomendações com base nessa pesquisa. Perfeito, não?
Aí é que está, não é perfeito, não. Nunca consegui compreender que critério o Flixster segue para exibir essas recomendações. A princípio me pareceu que era algo automático e os filmes eram escolhidos de acordo com os filmes classificados de maneira semelhante pelas pessoas que os estrelavam, incluíam em alguma lista ou coisa do tipo. Depois, percebendo alguns desatinos aqui e ali, me perdi de vez e me caiu a ficha de que o recurso, que poderia ser realmente fantástico, era bem meia-boca, isso sim.
Depois de empolgação inicial e de ter incluído algumas dezenas de filmes no meu perfil, classificado outros tantos e escolhido mais um bocado para a lista de filmes a assistir, o ânimo foi esfriando conforme fui deixando de conseguir encontrar recomendações que parecessem valer a pena no site. Recentemente, pensei em tentar encontrar outro site que oferecesse serviços semelhantes e até lancei a questão no Twitter, na esperança de ter novamente um local onde pudesse não somente alimentar minhas ganas de organização como também obter recomendações de novos filmes a assistir baseados nos filmes que gosto. Recebi algumas sugestões e achei por bem compartilhá-las por aqui.
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ler comentários (1)dos convites.
autor: Tatiana Leão
depois desse post, resolvi dar uma procurada por aí para tentar encontrar uma forma de conseguir convites para o ffffound! e descobri que existe uma área do mashable dedicada somente a conseguir convites para sites fechados.
você quer participar, de qualquer jeito, no blippr? precisa arrumar uma maneira de entrar no cinema obscura? não vai sossegar enquanto não for membro do nexttv?
então faça seu cadastro no mashable beta invites. não é garantido que você conseguirá convites para todos os sites que deseja, mas de acordo com o número de convites enviados, dá pra alimentar uma certa esperança.
o site funciona como uma espécie de troca-troca, onde aqueles que têm acesso a convites os enviam àqueles que esperam e, aos poucos, a fila anda. quanto mais convites você enviar, mais visível você fica na lista de espera dos sites para os quais espera convites. há sites de todos os tipos, de startups a mecanismos de busca de torrents e muito mais, numa lista imensa de sites onde, sem dúvida, você encontrará algum que se tornará seu próximo objeto de desejo.
eu já estou inscrita e aguardando ansiosamente pelos meus convitinhos…
do facebook, parte III de infinito.
autor: Tatiana Leão
para quem costuma prestar atenção nos novos recursos que o facebook implementa a cada dia pode não ser mais novidade, mas recentemente eles inseriram mais um recurso muito útil para quem não agüenta mais a avalanche de convites para aplicativos recebidas diariamente.
agora, além da facilidade de poder bloquear convites de aplicativos específicos, há também a opção de bloquear todos os convites recebidos de um determinado usuário na sua lista de amigos.
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clicar no link à direita faz com que não apareçam mais convites vindos daquele usuário no seu news feed. perfeito para aqueles amigos sem noção que se empolgam em convidar você para todos os testes, jogos e o que mais encontram pela frente. ;)
do facebook, parte II de infinito.
autor: Tatiana Leão
já faz um bom tempo, apesar de eu não saber precisar quanto, que tenho minha conta no facebook. não me lembro sequer porquê fiz o cadastro, pois já tinha profiles em mais redes sociais do que conseguiria gerenciar, mas fiz mesmo assim e logo que comecei a navegar por lá, perdi o interesse; não havia nada lá que me acrescentasse o suficiente para prolongar a experiência, então o site rapidamente entrou para a listinha dos meus perfis abandonados pela internet. é uma longa lista…
mais recentemente, depois da implementação dos aplicativos, achei que seria algo interessante rever minha posição e voltei a usar o site. instalei alguns aplicativos interessantes que fui encontrando, personalizando meu perfil, convidando pessoas, criando páginas e participando de grupos – mas essa parte fica para um outro post.
depois de passar algum tempo por lá, percebi que, apesar do site ter uma usabilidade bastante menos amigável do que o orkut, a possibilidade de uma invasão como a que aconteceu lá é grande. por enquanto, a maior parte dos usuários do facebook é dos estados unidos ou canadá (o que é previsível, pois ele foi criado por um americano para reunir perfis de estudantes americanos), o que significa que ele ainda pode ser uma novidade em outras regiões, incluindo o brasil.
percebendo isso e observando o aumento do número de pedidos de amizade vindos de completos estranhos, achei por bem me precaver e escrevi um “aviso legal” (disclaimer) pessoal, baseado em um texto que já usei no meu perfil no orkut, para evitar potenciais saias-justas e dores de cabeça desnecessárias para manter um simples perfil em um site de rede social, como já cansou de acontecer no orkut – você deve saber como é: aquela avalanche de propagandas no seu scrapbook, estranhos adicionando você sem deixar ao menos um recadinho, comunidades cheias de trolls e tudo o mais que transformou uma boa ferramenta na casa da mãe joana.
publiquei esse aviso através de uma nota no facebook, mas como minhas notas são privadas, ninguém que não esteja na minha lista de amigos consegue vê-la e isso já impede boa parte da sua finalidade. por isso, por estar em busca de sugestões e também para compartilhar algo que talvez possa vir a ser útil para mais alguém, resolvi publicá-lo aqui. por enquanto, somente a versão em inglês está disponível, mas assim que conseguir vencer a preguiça e a falta de tempo livre, disponibilizarei uma versão em português também.
não custa repetir: todo feedback é bem-vindo!
posts anteriores sobre o facebook: partes I.
das redes pelo mundo.
autor: sh
imagem interessante sobre a distribuição do uso de determinados sites de redes sociais pelo mundo. adoraria ler sobre as teses dos que estudam redes sociais sobre o fato de cada área, em geral, ter uma discrepância enorme entre o site mais usado e o segundo lugar, bem como por todas elas terem no topo de suas listas uma rede diferente.
talvez não sejamos tão globalizados assim no tocante às relações interpessoais…
via le monde.
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interesting image on the distribution of certain social networking sites accross the world. i’d really love to hear the theories of those who study social networks about each area having an abyss between the first and second place sites as well as why each area has its own site on the top of their lists.
maybe we’re not that global when it comes to personal relationships…
via le monde.



