


arquivo da categoria'diversão'
da instrutividade alcoólica.
autor: Tatiana Leão
encontrei, meio sem querer querendo, um set muito instrutivo no flickr – como fazer uma michelada.
não sabe o que é uma michelada? de acordo com a wikipedia, a michelada é um tipo de cerveja preparada, ou cerveza preparada, muito popular no méxico e cuja popularidade está aos poucos se espalhando pelo mundo. muitos comparam a michelada a um dos meus drinks favoritos, o bloody mary, pois o modo de preparo e ingredientes usados são muito semelhantes, trocando-se basicamente a vodca de um pela cerveja da outra.
pra fazer uma michelada simples, tudo o que você precisa é de uma cerveja à sua escolha, limão e sal. no entanto, a michelada das fotos abaixo é mais caprichada – e mais gostosa! -, mais próxima da receita “tradicional” mexicana.
para se deliciar com as fotos e seguir a receita, basta clicar nas imagens.
se você preferir acompanhar uma receita inteira em uma só página, confira a página do wikihow.
ler comentários (6)da pilhagem.
autor: Tatiana Leão
jogos, para mim, são uma distração; justamente por isso, não gosto muito de jogos longos ou que precisem de um aprendizado mais prolongado dos seus recursos e truques para serem jogados. me conquistam aqueles que, mais simples, vão alcançando níveis de dificuldade mais avançados ainda que mantenham o mesmo nível de complexidade. alguns exemplos que têm versões online são o bejeweled, zuma, insaniquarium, mahjong…
há alguns anos, comentei sobre essa preferência com um então namorado que era bastante ligado em games e ele me contou que era bastante comum que esse tipo de jogo fosse o favorito das mulheres, e que no meio gamer eles eram conhecindos como “girl games” ou algo do tipo. não dei muita bola na época – até porque não curto muito essas generalizações de gênero -, mas depois que descobri o jogo de saia, site da atrativa recheado de jogos de perícia e estratégia, tive que dar o braço a torcer: eu gosto de jogos mulherzinha.
esses dias, por indicação do fabio, acabei descobrindo um jogo online que, além de ter as mesmas qualidades do tipo de jogos que gosto, ainda tem a vantagem de ser uma ótima válvula de escape para o stress daqueles dias em que você lamenta o fato de não ter uma metralhadora giratória: pillage the village!

do passado coletivo no twitter.
autor: Tatiana Leão
hoje, no twitter, rolou o twitmeme mais engraçado e curioso que já presenciei e do qual já participei: #meupassadomecondena. a idéia era enquadrar qualquer fato embaraçoso da própria história nos 140 caracteres permitidos pelo twitter.
várias micro-histórias hilárias foram surgindo aqui e ali, alimentadas pelo frisson dos usuários que se divertiam não só em conferir as vergonhas alheias como em relembrar e compartilhar suas próprias. houve confissões de todo tipo: paixões, celebridades, política… umas melhores que outras – e umas piores que outras também.
alguns destaques da minha lista de follows:
@s1mone: fui no show da Elba Ramalho com 10 anos. Gritei que era lésbica com um baita orgulho.
@gilbarbara: eu fiz aulas de jazz moderno e teatro. mas era bem jovenzinho, nao sabia o mico que tava pagando! :P
@morelle: fui expulsa do colégio militar por dar cola. detalhe: entrei concursada! =P
@maffalda: eu queria ser miss.
@solteira: em 1997, eu só escutava o top dos pagodes e axé. medo de mim mesma.
@zander_cp: eu já joguei RPG por 72h, parando apenas para dormir. sem banho. comia-se na mesa.
@inagaki: eu já fui a show de chitãozinho & xororó por causa de mulher. e, pior, até curti. mas o álibi compensou o crime. :P
@tucori: eu e mais uns amigos meus jogamos cocô no afonso, do dominó
@razorb: já fui black metal satanista, de andar com pentagrama invertido e tudo (que era da alchemy, pq eu sou chique)
@nagash: eu só me vestia de preto (hoje meu waredrobe suporta 16 tons de cinza)
@lubita77: eu fui “gótica”
@lubita77: eu fui clubber.
@fredpill: eu tenho um podcast inteiro sobre o meu e do pessoal da minha banda, é bem legal! http://moourl.com/fodcast
para conferir mais desse twitmeme, acesse o tweet scan ou assine o feed. para ler os meus momentos de condenação e sentir muita vergonha alheia, clique aqui e divirta-se!
das gargalhadas infantis.
autor: Tatiana Leão
é impossível – reafirmo: impossível - assistir o vídeo abaixo e não rir junto ou, ao menos, ficar com um sorrisinho meio de lado estampado no rosto. muito útil para dias de estresse extremo.
da caixa de fósforos.
autor: sh
faziam anos que eu não colocava meus pezinhos na fosfobox. a última vez em que estive lá nem o bar – que já acabou – existia ainda, quanto mais uma segunda pista. mas era um clubinho ótimo, pequeno, gostoso, com boa música e gente interessante.
mas como na vida tudo muda, a caixinha também mudou, né? bem que uma figurinha fácil da noite já tinha me avisado há alguns meses: “a fosfobox agora é a emolândia”. quem mandou não escutar?
que fila absurda era aquela na entrada, com gente se empurrando pra entrar num lugar vazio? casa que segura fila pro pessoal perder o horário do desconto, ainda mais no hell de janeiro, está riscada da minha listinha pessoal de lugares a frequentar. novamente, como há duas semanas na casa da matriz, só não fui embora porque as festas da erica e do theddy sempre rendem muito lazer. em outra situação, não teria entrado nem às 03h, como ontem.
podem me chamar de esnobe, mas acho que fiquei muito mal-acostumada com a época em que clubes ótimos não tinham confusões na entrada, muito menos quando rolava uma lista amiga – que realmente era amiga, pois não só não se pagava nada ou quase nada para entrar, como ainda se tinha direito a usar áreas exclusivas pra dar aquela espairecida bacana.
ou então vai ver que, além de esnobe, me tornei alguém totalmente sem paciência pras idiosincrasias da vida social noturna. quero sair pra me divertir, não pra ter trabalho – a não ser que estejam me pagando, ao invés de eu pagar – caro – por isso.
whatever.





