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do triângulo do drama.
autor: Tatiana Leão
Não me lembro mais com precisão como encontrei o texto que publico agora neste post. Sei que procurava materiais sobre Poliamor, em uma pesquisa pessoal intensa que fazia sobre o tema por volta de 2003/2004. Uma coisa levou a outra e, quando me dei conta, tinha ao alcance de alguns cliques um dos textos que mais moveriam a minha vida dali por diante. Soube disso no momento em que terminei de lê-lo e foi por isso mesmo que resolvi, já na época, traduzi-lo.
É claro que a tradução não saiu tão boa quanto o texto merecia, o traduzir ainda não tinha sido feito minha profissão, mas serviu para repassar o texto para algumas pessoas.
Minha intenção inicial era oferecê-lo como um presente àqueles que dele pudessem tirar proveito, da mesma maneira como eu faço, ano após ano, quando o releio. Seu impacto nunca foi diminuído, pelo contrário: a cada reencontro, percebo um novo viés que havia passado desapercebido nas leituras anteriores e me trazem novas perspectivas.
O mesmo aconteceu agora quando, vendo um amigo precisar de forças, pensei que era o momento de compartilhá-lo da maneira mais ampla que estivesse ao meu alcance. Antes, achei por bem passá-lo novamente pelos meus próprios olhos e esclarecer o que carecia esclarecimento, acertar o que carecia de acerto. Oferecer, assim, o melhor que pude e esperar, em troca, que estas palavras movam outras vidas.
Estou certa de que moverá.
Algumas observações:
- É bom ressaltar que não sou a autora do texto original em inglês, sou responsável somente pela tradução para o português.
-O texto original foi modificado pela autora em 2008. Não gostei do fluxo da versão revisada, apesar de notar que o conteúdo permanece o mesmo. Optei, portanto, por oferecer a tradução da versão antiga.
- O texto em inglês citado acima pode ser encontrado aqui.
- Você pode baixar uma cópia em PDF do texto aqui.
- Sugestões e correções são bem-vindas, desde que sejam educadas.
- Mais bem-vindos ainda são comentários, opiniões e debates. Os comentários estão abertos.
ler comentários (2)da realidade inventada.
autor: Tatiana Leão
li este post no blog da about-face, por meio de um compartilhamento da maffalda. ele fala sobre a notícia do fechamento da revista cosmogirl, algo como uma “capricho” da vida, e expressa uma opinião acerca desse tipo de mídia, seguido de uma visão do que a mídia poderia ser (se seus objetivos fossem mais nobres do que ganhar dinheiro demais e ditar regras morais para encovardar as pessoas a objetivarem a plenitude de serem quem são). não poderia concordar mais com ambas.
compartilho-o aqui na íntegra (o original está aqui) e com alguns destaques da minha parte:
According to news reports, CosmoGirlis officially being taken off the newsstands beginning January 2009! I don’t know about you, but I never really understood the difference betweenCosmoGirl, ElleGirl, Teen Vogue, Teen People, and Seventeen. Some may be more fashion-focused than others, but in the end, don’t they all share the same mindless content?? “How to make him want you” “What to wear to prom” “How to lose your muffin top,” followed by the ever-so-contradictory “Be proud of those curves.” How about the publishers of these magazines save their time and oh-so-creative brainstorming sessions and compile all the contents into one magazine and call it VoguElleTeen (sounds like Ovaltine!)?
Then, they should take the money they saved and invest in creating a magazine that pertains to the other 99% of teenage girls out there. You know, like discussing issues around how to choose a great college program, volunteering abroad, and saving up to travel instead of buying a whole new wardrobe again! Embracing your individual style, teaching your best friend how to avoid negative media messages, etc. The tone would specifically be about empowering the readers and in no way would she see questions like “What does he think?” Because in all reality, her potential goes beyond how she should appear, act, and think for others, so why bother covering that in a magazine that is solely for her?
We want to hear your ideas, and if you are a teenager, tell us what you want to see covered in teen magazines. Please enter in the comment box below.
pra quem quer, mesmo adolescente, o que não faltam são veículos de mídia independentes e alternativos – como a própria about-face - de onde obter suas informações. meios que não têm como objetivo a massificação total da moral e da opressão do ser, como a mídia mainstream de todos os tipos.
basta ter vontade. muita vontade.
do armário e das almas pequenas.
autor: sh
“Their lives aren’t going to be dull because they’re straight, TALI, but because the value they place on conformity (…) is a prison they’ve constructed around themselves.”
dan savage, como sempre, acertando a mão na sua coluna no the stranger. confira a coluna semanal aqui e clique no link abaixo para ler a coluna completa dessa semana.
na verdade, o único defeito da coluna do dan é só haver RSS disponível para os podcasts. RSS now!
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dan savage, as always, hitting the target in his advice at the stranger. check out the weekly column here, and click the link below to read this week’s worth of dan’s advice.
in fact, the only problem i see on dan’s column is there’s RSS available only for the podcasts. RSS now!
do alternativo pro mainstream.
autor: sh
In many ways, “Alt” isn’t really alternative anymore. When I started taking it off online, it had yet to become a hipster pastime — it wasn’t considered cool, and I didn’t gain cred (at least not with anyone I knew in person) for doing it. Flash forward to 2004: SuicideGirls is mainstream, emo girls aspire to be porn stars when they hit 18, and a whole lot of people are looking to cash in on the next new thing in porn. Hence Hustler bankrolling a Burning Angel movie and Vivid launching Vivid Alt. Tattoos and piercings in porn used to signify a product that was female-friendly, feminist, and (dare we say it) empowering; now it’s just another wrapper for the same old product.
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