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ao culpar os outros, você desiste do seu poder de mudar. — robert anthony

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do botão de flor exibido.


Red Solitude
Creative Commons License foto: Lady Pain

Os agonizantes pouco exigem, querido, -
Um copo d’água para a sede,
Um botão de flor exibido
A pontuar a parede,

Um leque, talvez, o pesar de um amigo
E certamente que aquela
Cor no arco-íris, inexistente,
Percebas quando fores ausente.

Emily Dickinson
Tradução de Tatiana Leão e Luis Antonio A. Mendonça

emily dickinson foi paixão à primeira vista. meu contato com sua obra se deu, durante muito tempo, quase exclusivamente por meio da internet, onde a conheci. seu estilo conciso e sua dedicação em escrever a vida em travessões me cativou de imediato – me orgulho de ter tido a oportunidade de, casualmente, traduzir um de seus poemas, não à toa um dos meus favoritos, em tão boa companhia. ainda mais que o resultado tenha sido bom, sem modéstias falsas, apesar de ser tão difícil transportar as palavras de emily para outro idioma tão menos contrátil que o seu inglês de origem.

ainda desejo tomar coragem e fazer uma nova tentativa, solo. traduzi-la é como conhecê-la novamente, reclusa e observadora, em sua importância.

para ler o original, clique em “ler mais”.

The dying need but little, dear, -
A glass of water’s all,
A flower’s unobtrusive face
To punctuate the wall,

A fan, perhaps, a friend’s regret,
And certainly that one
No color in the rainbow
Perceives when you are gone.

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