esse post foi publicado em em Sunday, November 15th, 2009 às 11:06 e está arquivado em pessoal. acompanhe os comentários deixados nesse post assinando o feed RSS 2.0. deixe um comentário ou trackback do seu site.


a mãe tem de morrer.
sorrio não por achar graça nas coisas, é cada vez mais raro esse acontecimento, algo me chamar genuinamente a atençãop ro fascínio. rio mesmo para desancar a disfarçar minha intangibilidade, esse poço de melancolia sem fim e sem explicação, que não aconteceu, vontade de nada possível ou impossível. meu reino sombrio, trocava-o de olhos fechados por uma experiência nova, alguma sensação que trouxesse de volta (de volta?) uma sombra de senciência, e junto com ela o poder de finalmente tocar as coisas, sabê-las, desejá-las e tê-las em mim.
mas a mãe tem de morrer.
sorrio não por achar graça nas coisas, é cada vez mais raro esse acontecimento, algo me chamar genuinamente a atenção pro fascínio. rio mesmo para desancar a disfarçar minha intangibilidade, esse poço de melancolia sem fim e sem explicação, saudade de tudo que não aconteceu, vontade de nada possível ou impossível. meu reino sombrio, trocava-o de olhos fechados por uma experiência nova, alguma sensação que trouxesse de volta (de volta?) uma sombra de senciência, e junto com ela o poder de finalmente tocar as coisas, sabê-las, desejá-las e tê-las em mim.
mas a mãe tem de morrer.
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