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dos labirintos.
Quem sou eu para desprezar saudade
- Sentido ébrio de apego -
Se a ouço torturando-me os dias
E dificultando-me continuamente a palavra?
Se fosse ainda menos sombrio
O aspecto dessa turbulência
Pela qual me desloco,
Talvez a saudade não me atingisse
Com tamanha violência.
Mas não me perco em filosofias,
Na minha dialética errada e teimosa,
Só sigo os labirintos
Ébrios
De minha saudade desprezada.
11 de fevereiro de 1999
um comentário para “dos labirintos.”
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January 8th, 2009 at 12:31
adorei esse poema!
de pileque no labirinto.
sinto isso nas noites intermináveis. rs