


arquivo de November, 2001
de estar fora.
autor: sweethell
se eu estou fora? do mundo, talvez. sei com certeza que estou fora de mim.
e isso, bem… isso pode ser tanto bom quanto ruim.
ler comentários (0)da nova modificação.
autor: sweethell
finalmente.
depois de muita procura, meses de projeto, mais alguns meses de espera e uma primeira fase quase desastrosa, minhas costas estão definitivamente cobertas com uma tatuagem completa. somente traços entrelaçados, abstratos, sem uma forma definida. uma representação muito pessoal de coisas mais pessoais ainda.
a sessão que finalizou o trabalho foi realizada pela lia, da banzai tattoo, no dia 27/11/2001, e durou 2h30 de muita conversa, idéias e projetos. a dor existiu e foi perfeitamente suportável, graças à mão leve e habilidosa da moça, em uma das modificações mais prazerosas que já tive. e o resultado estético é esse que está nas fotos.




do requiém, o review: parte II.
autor: sweethell
what have i got, harry? why should i even make the bed or wash the dishes? i do them, but why should i? i’m alone. seymour’s gone, you’re gone, i have no one to take care of. what do i have?
i’m lonely, harry.
i’m old.
requiem for a dream, adaptado do livro homônimo de hubert selby jr, é o segundo filme do diretor darren aronofsky, e esteticamente leva à excelência o trabalho iniciado no primeiro, ‘pi‘. a edição de cortes violentos, os recursos de câmera, os ciclos de cenas e especialmente a interação da música com as cenas são características de ‘pi’ presentes de forma muito mais sofisticada (e até mais pertinente) em ‘requiem’.
tanto é assim que o tom do filme pode ser tocado pelos mais atentos já no momento em que surgem os créditos iniciais do filme: as letras que surgem repentinamente vão se corroendo até desaparecer e dar lugar a novas palavras que, por sua vez, têm o mesmo destino, até que o filme comece. de início, o filme bate suave, com suas cenas em um ritmo calmo e bem trabalhadas em cores contrastantes (porém equilibradas) e fotografia delicada. essa calma inicial vai sendo substituída, conforme as histórias de cada um dos personagens vão se formando, por um ritmo cada vez mais ágil, e a estética suave aos poucos acompanha essa mudança até se tornar uma estética do desespero: cada cena reforça a idéia de que cada um deles está só, na redoma de seu sofrimento,
caminhando atordoado como sara, em seu vestido vermelho, atravessando uma rua onde todos que passam vão rapidamente na direção contrária.
da nova exposição.
autor: sweethell
não há quase nada que uma tarde despretensiosa no são joão batista não cure.
com um bônus: procurando por alguma informação online sobre o supracitado local, esbarrei nisso aqui.
do teste e seus resultados.
autor: sweethell






